MORINGA – UM MILAGRE DA NATUREZA

A Moringa Oleífera (Moringaceae) ou Acácia-branca é verdadeiramente uma esperança para o combate da fome no mundo. Julga-se que seja nativa dos sopés montanhosos meridionais dos Himalaias, porém, o seu cultivo estende-se hoje um pouco por toda a Ásia, à África, à América Central e do Sul.

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A (in)compreensão de Gaia

 Gaia, a Terra como organismo vivo, “um todo relacional, inter-retro-conectado com tudo e maior que a soma das suas partes” tem sido entendida somente como um “conglomerado de matéria inerte (os continentes) e água (os oceanos, lagos e rios)”, nas expressões muito significativas de Leonardo Boff.

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SIMPLES É BOM

Oh, Estou tão cansado de andar para diante e pra trás!

Para que tanta dor, tanto prazer desfeito?

Doce paz,

Entra, ai! Entra no meu peito!”

Goethe

Em diversos números desta revista, desde os primeiros aos mais recentes, temos escrito amiúde acerca da civilização maquinal e destrutiva – em termos psicológicos, relacionais e de sensibilidade – que se vem criando. Recapitulemos algumas das suas características deletérias:

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Da Mundividência da Ciência

Vivemos num mundo extremamente complexo, onde múltiplas causas geram múltiplos efeitos, e onde a nossa capacidade de acção, potenciada pela tecnologia alentada pela ciência, se vai tornando cada vez mais impactante. No entanto, continuamos a agir como se as ondas de propagação dos nossos actos se dissipassem ali mesmo, à nossa frente; como se não tivessem qualquer contribuição para os perigos que cegamente enfrentamos

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MARIA MONTESSORI: DE UM HOMEM NOVO PARA UM MUNDO NOVO

Médica e Pedagoga, Maria Teresa Artemesia Montessori, foi a primeira mulher italiana que se formou em Medicina. Dedicou toda a sua vida ao grande ideal de educar todas crianças, sem exceção, de todos os estratos sociais, estimulando-as para o seu desenvolvimento físico e mental, defendendo o equilíbrio entre liberdade e disciplina, não sendo possível conquistar uma sem a outra. Ficou conhecida pelo método de ensino que desenvolveu, ainda hoje usado nas escolas públicas e privadas, em todo o mundo.

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A Cultura oficial perante A Doutrina Secreta

Para as gentes da cultura oficial, incluindo a grande parte dos “académicos”, A Doutrina Secreta de Helena P. Blavatsky é geralmente desconhecida, porque as pessoas estão viciadamente formatadas quanto ao que devem procurar ou não. Quando chega a ser conhecida, representa quase sempre um incómodo. Implica(ria) um estudo que não tem o apoio dos interesses do mundo nem serve os objectivos de promoção e brilho externo. Depois, o seu conteúdo é-lhes basicamente incompreensível. Habituadas que estão à mesquinhez de interesses e aos voos rasteiros das concepções correntes, a grandiosidade do seu sistema, como ciência-sabedoria de tudo, escapa-se-lhes por inteiro. 

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Nascimento da Terra e Surgimento dos Primeiros Seres – Uma Perspectiva

Este artigo é uma perspectiva teórica pessoal, fruto de longas reflexões alimentadas e fermentadas por um estudo de três décadas dedicado às Ciências Esotéricas, mormente a Teosofia. Não objectiva ser rigoroso em termos de datações, apenas conjectura em traço largos e genéricos a sucessão de acontecimentos tão longínquos como foram os da aurora da humanidade e do berço do seu nascimento.

Recuemos então no tempo, e tentemos passo a passo imaginar como tudo se poderia ter passado… Conto-vos uma história.

 

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Aforismos

 * Temos a obrigação de agir segundo aquilo que entendamos ser o nosso dever, o qual, em cada momento, precisa de ser: universal, importante, útil, verdadeiro, desinteressado, vocacionado para o bem.

Com efeito nada que seja bom pode omitir qualquer das cinco características apontadas. Não é bom aquilo que se destina a apenas um ou alguns em detrimento dos outros; não é bom aquilo que sacrifica o importante ao secundário; não é bom aquilo que é, em dada situação, inútil ou pouco útil; não é bom aquilo que se reconhece não ser verdade – porque se os meios não são legítimos, os objectivos, por melhores que se apresentem, são maléficos a médio ou longo prazo; não é bom aquilo que é sectário, ou aquilo que sendo um particularismo qualquer ou um epifenómeno, é tomado por universal e essencial.

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Teixeira de Pascoaes

Pretendemos, neste artigo, somente fazer referência a algumas das ideias de Teixeira de Pascoaes, no intuito de, por um lado, facilitar uma leitura que, marcada pela espontaneidade nem sempre é de fácil conclusão para o leitor, e por outro, suscitar a vontade de conhecer melhor este autor. Pascoaes, ao lado de nomes como Leonardo de Coimbra, Fernando Pessoa, Raul Leal, José Marinho, Agostinho da Silva, e a partir da chamada Geração de 70, com Antero de Quental, Oliveira Martins, Cunha Seixas, Guerra Junqueiro, Sampaio Bruno, entre outros,1 configura no nosso País o desenvolvimento de uma singular vertente de pensamento onde a Metafísica e a Ética constituem a base a partir da qual se especula um futuro alternativo à tendência antropocêntrica da nossa vivência humana.

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Breves

Ninguém, nenhum de nós, é mau ou néscio. Simplesmente, estamos, ou podemos estar, estúpidos, maus, quezilentos, etc. Isso, portanto, pode sempre ser mudado.

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Densas nuvens mentais e tempestades de emoções obscurecem repetida, assiduamente o “nosso” céu. No entanto, podemos dispersá-las com a nossa vontade livre de apegos, com o alinhamento perfeito do nosso alento. Muitas vezes não o fazemos por masoquismo, preguiça ou convicção infundada de que é essa uma condição natural e inevitável.

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